quinta-feira, 3 de setembro de 2015

31 Dias, 31 Passatempos - Dia 20 - Cozinha com Nigella










PASSATEMPO

31 DIAS, 31 PASSATEMPO - 2015

DIA 20

Cozinha com Nigella

 

Continuamos com a iniciativa em que teremos um passatempo por dia, durante 31 dias.

A todos os que tornaram este passatempo possível, o meu muito obrigado. Esta é a forma com a qual quero agradecer a todos os que passaram por este blog durante todos estes anos e desejo boa sorte a todos!

Para se habilitarem a ganhar este livro basta preencherem o formulário, partilharem o passatempo em redes sociais e serem fãs ou seguidores do blog.
Depois é só ter alguma sorte e este prémio será vosso!

Apenas é permitida uma participação por pessoa

O passatempo termina dia 3 de outubro!

Boa sorte a todos! 

Amanhã, novo passatempo!

150 ANOS DE ARTE MODERNA NUM PISCAR DE OLHOS


Autor: Will Gonpertz

Título original: What are you looking at?





Decidi ler este livro simplesmente porque não sou apreciador de Arte Moderna. Este facto quase parece paradoxal perante este livro, mas a verdade é que acreditei que esta obra me poderia dar uma nova ideia sobre esta tendência de arte que muitos adoram, muitos de testam e muitos não compreendem.

Pelo que vi da sinopse, é esse mesmo o objetivo do livro, o de explicar um pouco mais o que é a arte, como viemos parar ao conceito de arte moderna, quais as suas qualidades, etc... no fundo o que procurei foi uma melhor compreensão para depois decidir se consigo apreciar ou não a arte moderna (pelo menos de um ponto de vista mais crítico e menos emocional) sobre a qual tanto se fala.

Não sendo, minimamente, um conhecedor do tema, gostei do facto de este livro se adaptar a qualquer leitor. Foi fácil assimilar alguns conceitos e, principalmente, a evolução histórica, não só dos movimentos artísticos anteriores, aqui falados de forma mais resumida, culminando num aprofundar sobre os últimos 150 anos em que a arte moderna ganha o peso que tem hoje.

Enquanto crítica, é-me muito difícil analisar este tema, devido ao meu desconhecimento. No entanto, enquanto simples e leigo leitor, este foi um livro que gostei de ler, pela sua simplicidade e objetividade em alguns momentos. Com a parte histórica a misturar-se com questões sociais e até científicas, gostei da forma como o autor conseguiu expor certas tendências e certas argumentações sobre a forma como a sociedade em geral, e na maioria menos desperta para a arte, vê a própria arte.

Um dos aspetos que mais apreciei no livro foi nunca ter sentido que o autor me tenta obrigar a gostar de arte moderna. Obviamente que o autor apresenta sem problemas o seu gosto e fascínio por este género de arte, mas consegue manter alguma neutralidade, e com isto a leitura é muito menos repetitiva.

Não há muito mais que possa dizer sobre este livro. A sensação que ficou no fim é que este é um bom livro para quem queira explorar o tema pela primeira vez mas principalmente para quem goste de arte moderna e queira saber um pouco mais. Se são apreciadores de arte moderna ou se quiserem começar a conhecer, então aconselho-vos a dar uma vista de olhos a este livro, que apesar de algo denso, conseguiu ensinar-me muitas coisas.

Luís Pinto

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

31 Dias, 31 Passatempos - Dia 19 - Longe da multidão










PASSATEMPO

31 DIAS, 31 PASSATEMPO - 2015

DIA 19

Longe da multidão

 

Continuamos com a iniciativa em que teremos um passatempo por dia, durante 31 dias.

À Editorial Presença, que tornou este passatempo possível, o meu muito obrigado. Esta é a forma com a qual quero agradecer a todos os que passaram por este blog durante todos estes anos e desejo boa sorte a todos!

Para se habilitarem a ganhar este livro basta preencherem o formulário, partilharem o passatempo em redes sociais e serem fãs ou seguidores do blog.
Depois é só ter alguma sorte e este prémio será vosso!

Apenas é permitida uma participação por pessoa

O passatempo termina dia 2 de outubro!

Boa sorte a todos! 

Amanhã, novo passatempo!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

31 Dias, 31 Passatempos - Dia 18 - Cidades de papel








PASSATEMPO

31 DIAS, 31 PASSATEMPO - 2015

DIA 18

Cidades de papel

 

Continuamos com a iniciativa em que teremos um passatempo por dia, durante 31 dias.

À Editorial Presença, que tornou este passatempo possível, o meu muito obrigado. Esta é a forma com a qual quero agradecer a todos os que passaram por este blog durante todos estes anos e desejo boa sorte a todos!

Para se habilitarem a ganhar este livro basta preencherem o formulário, partilharem o passatempo em redes sociais e serem fãs ou seguidores do blog.
Depois é só ter alguma sorte e este prémio será vosso!

Apenas é permitida uma participação por pessoa

O passatempo termina dia 1 de outubro!

Boa sorte a todos! 

Amanhã, novo passatempo!

CIDADES DE PAPEL


Autor: John Green

Título original: Paper towns




Sinopse: Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.



Cidades de papel é um daqueles livros em que temos de nos deixar levar. Sendo um livro adolescente, existe uma magia e uma paixão no ambiente do enredo, mas também, como na maioria dos livros do género, uma sensação de que algo é forçado. Passando essa sensação, o leitor apreciará muito mais este livro se não questionar muito do que irá ler, e se apenas tentar sentir o que o autor tenta passar nas suas palavras.

Sendo assim, Cidades de papel transforma-se lentamente numa viagem em busca do amor e da felicidade, e por mais estranha que possa parecer essa busca, queremos que acabe bem, queremos um final feliz, e acabamos por nos preocupar com personagens adolescentes, cheios de defeitos e ambições. Com isto a leitura torna-se fácil, rápida e apaixonante em alguns momentos.

Sendo um livro sobre adolescentes, o autor faz um bom trabalho ao colocar alguma imaturidade nas personagens, levando-as a decidir de forma errada ou a deixarem-se levar por sentimentos mais fortes do que a lógica. Com isso, o livro por vezes parece irrealista, algo forçado. Mas se olharmos para um ponto de vista adolescente, uma parte dessa sensação desaparece, dando lugar ao entusiasmo que o personagem principal respira. Outro aspeto que me pareceu positivo e que também deve ser visto de um ponto de vista adolescente, é que alguns diálogos têm traços normais da adolescência, com momentos impulsivos, mais "bêbados" de emoção e menos de lógica, porque no primeiro amor a lógica não tem espaço. E foi por isso que me deixei levar por esta história que o autor escreve com uma narrativa simples e direta.

Apesar do autor ser por vezes criticado por usar sempre a mesma fórmula, eu não o posso confirmar pois este é o primeiro livro que leio de John Green, não conseguindo afirmar se estas personagens são parecidas a outras. Todavia, agradou-me o facto de estar perante personagens que não são nem perfeitas, nem diretas. Existem surpresas e existem erros, tal como em qualquer pessoa, quer seja adolescente ao adulto.

O enredo, irrealista em alguns momentos, credível noutros, é algo que só poderia acontecer a personagens com estas idades. A forma como o autor consegue vedar o enredo é um trunfo, pois o leitor está totalmente focado nos adolescentes, perdendo a necessidade de questionar alguns momentos ou até de ver o ponto de vista dos adultos que complementam esta narrativa. Com tudo isto não estou a tentar afirmar que este livro é apenas para adolescentes ou que não é maduro, mas sim que este livro tem traços adolescentes que o moldam, para o bem e para o mal.

No entanto, este é um livro para qualquer idade, apesar de, acredito, ter muito mais sucesso nos adolescentes que certamente irão vibrar com a paixão que sai deste enredo e com o sacrifício que vemos ser feito por amor. Entramos no livro, e queremos passar pelo mesmo, queremos viver um pouco daqueles momentos, e por isso, mesmo com alguns defeitos que posso apontar ao livro, a verdade é que para fazer um leitor satisfeito, por vezes basta fazê-lo sorrir, reviver momentos, e foi por isso que gostei deste livro e o aconselho aos leitores adolescentes que queiram um divertido romance.